• Gordura protegida: eficiência na reprodução de gado de leite
Máxima eficiência em energia e reprodução para obter maior lucratividade. Esses são apenas alguns dos benefícios obtidos por produtores de gado de leite que utilizam o Megalac®-E para complementação alimentar de seus rebanhos. Em recente pesquisa, o Megalac®-E foi tido pelo setor como o melhor suplemento disponível no mercado para a alimentação de ruminantes.

Coordenado pela pesquisadora e professora Sandra Gesteiro, do Departamento de Nutrição Animal da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o estudo com o uso do Megalac®-E comparou dietas de diferentes fontes energéticas no pré e pós-parto. Os resultados obtidos revelam que vacas holandesas suplementadas com o Megalac®-E apresentam redução na média de horas para liberação de placenta, com um menor intervalo de parto em sua primeira ovulação. 

Gesteiro ressalta a importância de pesquisas para melhor conhecer o produto e atender ainda mais a produção de gado de leite. “Conheço o produto há algum tempo, graças às experiências de diferentes produtores. Com o incentivo cada vez maior à realização de novas pesquisas com o uso do Megalac®-E, teremos certeza das grandes vantagens e benefícios para o produtor de leite”, acredita. 

Química Geral do Nordeste – QGN

A Química Geral do Nordeste - QGN produz e comercializa produtos químicos, entre eles:  Bicarbonato de Sódio, Compostos de Enxofre, Sais de Bário e Cálcio de Ácidos Graxos de Cadeia Longa (Megalac®-E). A QGN é líder de mercado em todos os produtos de sua linha de fabricação. Grande parte dos seus clientes são empresas multinacionais conhecidas no mercado. Em junho de 1997, a QGN associou-se à empresa Church & Dwight Co. Inc., o maior produtor mundial de bicarbonato de sódio. A empresa é especialista em desenvolver aplicações industriais e de consumo final neste produto e de outros que são comercializados com a marca ARM & HAMMER®. Em 2002, a Church & Dwight passou a deter 99% do controle acionário da Química Geral do Nordeste S/A.


  • Reprodução de vacas leiteiras
Aditivo alimentar ajuda na liberação da placenta  e induz ovulação

Uma alimentação enriquecida de ácido linolênico (Ômega 3) e linoléico (Ômega 6) protegidos ajuda na liberação da placenta e na redução do intervalo do parto até a primeira ovulação. O estudo que levou à conclusão desse resultado foi coordenado pela professora Sandra Gesteiro, do Depto. de Nutrição Animal, e pela estudante de Doutorado Maria Alexandra Artunduaga, ambas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A pesquisa foi realizada com três fontes energéticas: propileno glicol, soja grão tostada e Megalac®-E, durante o período de 21 dias antes e depois do parto. Os resultados mostraram uma diminuição de horas para a liberação de placenta: 3,5h com Megalac®-E; 9,5h com soja tostada; e 4,5 h com propileno glicol. 

“O Megalac®-E comprovou ser eficiente ao ser comparado com os outros tratamentos, tanto para a liberação de placenta quanto na primeira ovulação da vaca holandesa”, conclui Sandra, afirmando que novos experimentos poderão mostrar ainda mais as vantagens e benefícios para o produtor de leite. 

Segundo o médico veterinário André Ostrensky, consultor da Química Geral do Nordeste (QGN) para bovinocultura de leite e professor da PUC-PR, a eficácia do produto é muito conhecida e comentada no mercado. "Conheço o Megalac desde 1999, quando ainda era importado, e há mais de cinco anos recomendo seu uso", afirma o profissional, que ainda destaca: "o Megalac®-E fornece mais energia em um volume menor de alimento, o que é importante para vacas em início de lactação, especialmente as primíparas, que apresentam menor capacidade de consumo. Os ácidos graxos essenciais também têm efeito positivo sobre a fertilidade”, ressalta.

Congresso Internacional

O Brasil não poderia ser melhor representado dentro do International Congress in Animal Reproduction, a ICAR 2008, que aconteceu em julho, na Hungria. No encontro, que reuniu pesquisadores das universidades mais importantes do mundo no que diz respeito à reprodução de todas as espécies animais, o estudo realizado pela QGN/ARM&HAMMER, sob coordenação da professora Sandra Gesteiro, ganhou destaque. A pesquisa com o uso do Megalac®-E foi apresentada no evento e chamou a atenção dos participantes pelos ótimos resultados.

Química Geral do Nordeste – QGN

A Química Geral do Nordeste - QGN produz e comercializa produtos químicos, entre eles:  Bicarbonato de Sódio, Compostos de Enxofre, Sais de Bário e Cálcio de Ácidos Graxos de Cadeia Longa (Megalac®-E). A QGN é líder de mercado em todos os produtos de sua linha de fabricação. Grande parte dos seus clientes são empresas multinacionais conhecidas no mercado. Em junho de 1997, a QGN associou-se à empresa Church & Dwight Co. Inc., o maior produtor mundial de bicarbonato de sódio. A empresa é especialista em desenvolver aplicações industriais e de consumo final neste produto e de outros que são comercializados com a marca ARM & HAMMER®. Em 2002, a Church & Dwight passou a deter 99% do controle acionário da Química Geral do Nordeste S/A.


  • Equilíbrio ácido-base nas rações de aves
Por Sebastião Borges*

Não só o meio ambiente, mas também a dieta pode influenciar a homeostase ácido-base nas aves. Inúmeros relatos apontam para os efeitos do balanço eletrolítico da dieta sobre o desempenho delas. A manutenção deste equilíbrio pode ser uma medida importante para melhorar principalmente o desempenho de frangos.

Os íons essenciais à manutenção do equilíbrio ácido-base são: Na+, K+ e Cl-. As aves exigem esse íons em quantidades mínimas em sua alimentação para satisfazer suas necessidades nutricionais. Porém, é também fundamental que a proporção entre eles seja ideal para manter a homeostase ácido-base e obter o máximo desempenho delas. Para manter esse equilíbrio ácido-base, a ave deve regular a ingestão e a excreção de ácidos e bases. Além disso, os ácidos produzidos no metabolismo (H+endógeno) também contribuem para o balanço ácido-base. 

O resultado do poder ácido da ingestão de Na+ + K+ – Cl- é igual a diferença de cátions e ânions excretados mais a produção de ácido endógeno (H+endógeno), mais as bases em excesso (BEecf) ou reservas alcalinas. A ótima ingestão de eletrólitos, em termos de equilíbrio ácido-base, pode minimizar a presença de BEecf, tendendo a zero. O requerimento do ótimo balanço de eletrólitos foi definido em termos de mEq (Na+ + K+ - Cl-)/kg de ração em torno de 250 mEq/kg.

(Na+ + K+ - Cl-)ingeridos = (Cátions - Ânions)excretados + H+endógeno + BEecf

mEqNa + mEqK – mEqCl = 250

As alterações no equilíbrio ácido-base e desequilíbrios na suplementação de Na+ + K+ - Cl-, causam inapetência com redução no ganho de peso, prejudicando a conversão alimentar, além de queda da produção de ovos. Quando os desequilíbrios não são compensados determinam aumento na mortalidade. 

A fonte protéica utilizada na ração pode afetar o equilíbrio eletrolítico e ácido-base, pois certas fontes, principalmente as de origem animal, aumentam a produção de ácidos orgânicos e reduzem a contribuição de sódio (Na) e potássio (K), aumentando a quantidade relativa de Cloro (Cl). Entretanto, reduções do nível de proteína bruta, em dietas a base de milho e farelo de soja, reduzem os níveis de K devido à redução na inclusão de farelo de soja, por exemplo. Este cenário pode ser um problema aos nutricionistas que formulam dietas para frangos de corte criados em altas temperaturas. 

O conceito de que as aves necessitam de proteína para atender suas exigências em aminoácidos vem sendo discutido há muitos anos, embora haja um requerimento mínimo de proteína bruta. A oxidação de aminoácidos pode ocasionar acidose metabólica. Alguns estudos têm sido realizados com o objetivo de avaliar as interações entre os níveis de proteína e aminoácidos das rações e o balanço eletrolítico destas. Neste sentido, BORGES et al. (2002) avaliaram dois níveis de proteína bruta (21,0 e 23,5%) nas dietas pré-iniciais e três relações eletrolíticas (166, 260 e 360 mEq/kg) em dois experimentos e concluíram que as rações devem ser formuladas com balanço eletrolítico ao redor de 260 mEq/kg independentemente dos níveis de proteína. DALL’STELLA (2008), avaliando os efeitos de crescentes relações de metionina e cisteína - lisina digestível na dieta (66; 73; 80 e 87%) com o balanço eletrolítico corrigido (240mEq/kg) sobre o desempenho de frangos de corte de 1 a 7 dias - concluíram que as diferentes relações avaliadas apresentaram efeito significativo somente sobre o consumo de ração, sendo que a melhor relação encontrada foi de 76%. 

Os autores concluíram que as respostas dependem do eletrólito manipulado, e que níveis extremos de Cl, K e Na devem ser evitados. A principal resposta para os excessos de Cl e K parece estar relacionada ao consumo de ração. O melhor balanço eletrolítico na fase pré-inicial variou entre 246 e 277 mEq/kg de ração. Na fase inicial (1 a 21 dias de idade) os resultados da literatura são mais conflitantes, mas pode-se indicar com segurança 250 mEq/kg de ração. 

Na fase de crescimento BORGES et al. (2003) concluíram que o melhor ganho de peso e conversão alimentar foi obtido com 240 mEq/kg de ração, manipulando-se os níveis de sódio e cloro. Em outros estudos, utilizando-se níveis crescentes de sódio ou níveis crescentes de sódio e potássio, BORGES et al. (2004) concluíram que o melhor balanço para esta fase está entre 202 e 235 mEq/kg, podendo ser obtido adicionando sódio ou potássio à dieta. 

Considerando o período total de criação (1 a 42 dias de idade), as aves criadas em ambiente de termoneutralidade tiveram melhor desempenho com balanço eletrolítico entre 201 e 220 mEq/kg (BORGES et al., 2003). Porém, quando em condição de estresse de calor o melhor desempenho foi obtido com balanço eletrolítico entre 207 e 236 mEq/kg de ração. Em ambos os estudos o balanço eletrolítico foi obtido pela manipulação dos níveis de sódio e cloro na ração.

Assim, para frangos de corte, independentemente da linhagem, o ideal é trabalhar com balanço eletrolítico variando entre 280 e 180 mEq/kg de ração, esperando uma melhora de 0,02 pontos na conversão alimentar. Os desequilíbrios na suplementação de eletrólitos podem causar inapetência com redução do ganho de peso e morte, quando os mecanismos compensatórios não são suficientes para manter a homeostase ácido-base. Especial atenção deve ser dada à formangulação de ração de modo a não adotar níveis de Na abaixo de 0,15% e acima de 0,45%, Cl- acima de 0,35% e K acima de 0,98% e abaixo de 0,55%. Pode-se afirmar que nas fases iniciais deve-se manipular os níveis de Na e Cl para obtenção do balanço eletrolítico e, nas fases de crescimento e abate, pode-se manipular Na, K e Cl, dependendo do perfil da ração.

Na literatura são escassos os estudos com a aplicação deste conceito em dietas para poedeiras comerciais e reprodutoras pesadas. Mas, de maneira geral, há uma maior produção de ovos em poedeiras à medida em que aumentava a proporção de (Na+K)/Cl pela adição de bicarbonato de sódio na ração. Outras respostas observadas são melhorias na espessura e resistência de casca, redução no número de ovos com casca fina e aumento na gravidade especifica quando se utiliza rações adotando o conceito de balanço eletrolítico (mEq/kg). 

SANTOS et al. (2005) realizaram um ensaio experimental com 57 mil matrizes pesadas para avaliar o impacto da adoção deste conceito sobre o desempenho das aves. Houve maior produção de ovos, conversão alimentar e menor mortalidade, utilizando a ração formulada pelo conceito de balanço eletrolítico quando comparado com o grupo controle. Os autores concluíram que o conceito pode ser usado para ajustar o equilíbrio acido-base das aves e melhorar o desempenho, indicando um mínimo de 180 mEq/kg de ração para matrizes na fase final de produção.

Estudos realizados em outros incubatórios mostram que a melhor relação eletrolítica para reprodutoras varia conforme a fase de produção, podendo ser assim dividida: pré-postura 220 mEq/kg, postura pico 240 mEq/kg, postura dois 220 mEq/kg e postura três maior que 180 mEq/kg. A adoção desses níveis garantem um acréscimo de 5 a 14 pintos por ave alojada, dependendo da linhagem delas. Considerando o investimento e o retorno obtido, a adoção do conceito é altamente viável.

* Sebastião Aparecido Borges, Prof. Doutor da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde, UTP/PR.

Curitiba – PR – Brasil e consultor da Química Geral do Nordeste (QGN).

Química Geral do Nordeste – QGN

A Química Geral do Nordeste - QGN produz e comercializa produtos químicos, entre eles:  Bicarbonato de Sódio, Compostos de Enxofre, Sais de Bário e Cálcio de Ácidos Graxos de Cadeia Longa (Megalac®-E). A QGN é líder de mercado em todos os produtos de sua linha de fabricação. Grande parte dos seus clientes são empresas multinacionais conhecidas no mercado. Em junho de 1997, a QGN associou-se à empresa Church & Dwight Co. Inc., o maior produtor mundial de bicarbonato de sódio. A empresa é especialista em desenvolver aplicações industriais e de consumo final neste produto e de outros que são comercializados com a marca ARM & HAMMER®. Em 2002, a Church & Dwight passou a deter 99% do controle acionário da Química Geral do Nordeste S/A


Para saber mais detalhes sobre essas e outras pesquisas com o Megalac®-E, basta contatar a Química Geral do Nordeste pelo telefone (21) 2534.0074.

 
 
Saiba mais sobre
como utilizar da
melhor forma
os produtos da
Rações Canelinha.
 
 
 
FERTILUZ FERTILIZANTES AGROPECUÁRIOS LTDA
Av. Laerton Paulinelli, 1996 - Bairro Novo Oriente - CEP: 35595-000 - Luz - Minas Gerais
Fone: (37) 3421 - 3050 | Fax: (37) 3421-3146 - E-mail: racoes@racoescanelinha.com.br
Copyright 2010 - Todos os Direitos Reservados